A cardioproteção em eventos desportivos já não é uma opção. É uma necessidade.
Na recente edição da Meia Maratona de Madrid, a Vivest participou ativamente no dispositivo sanitário através de uma ação chave:
12 desfibrilhadores operacionais em bicicletas ao longo do percurso

Desfibrilhadores em bicicletas: resposta rápida em qualquer ponto
O desdobramento foi gerido pelo nosso distribuidor Rivfordea, que coordenou a integração dos equipamentos em unidades móveis sobre bicicleta.
Porque é que isto é importante
Numa corrida com milhares de corredores:
- O percurso é longo
- A dispersão de participantes é alta
- O acesso rápido pode ser complicado
Aqui é onde a diferença real entra:
Os desfibrilhadores não estavam fixos, estavam em movimento.
Isto permite:
- Chegar antes a qualquer ponto do percurso
- Reduzir o tempo de resposta perante uma emergência
- Aumentar as probabilidades de sobrevivência
Quando ocorre uma paragem cardíaca, cada segundo conta
Numa paragem cardíaca:
Cada minuto sem agir reduz a sobrevivência entre 7 e 10 por cento
Se for utilizado um desfibrilhador nos primeiros minutos, as probabilidades de sobrevivência podem superar os 70 por cento
Conclusão direta:
Não basta ter desfibrilhadores, é preciso conseguir chegar a tempo
A realidade nas corridas: risco baixo, impacto alto
Correr é saudável, mas o risco zero não existe.
Os estudos situam a incidência em:
1 paragem cardíaca por cada 40.000 a 80.000 corredores
Isto significa que em eventos como a Meia Maratona de Madrid existe uma probabilidade real de que ocorra um caso.
E quando ocorre:
Tudo depende da rapidez de atuação
Exemplos reais em grandes maratonas
Os principais eventos internacionais viveram situações semelhantes:
Maratona de Londres
Mais de 650.000 corredores analisados
11 paragens cardíacas documentadas
Sobrevivência ligada à intervenção imediata
Maratona de Boston
Casos registados ao longo da sua história
Em vários episódios, a desfibrilhação rápida foi determinante
Maratona de Nova Iorque
Evento multitudinário com histórico de emergências cardíacas
Com desdobramentos sanitários cada vez mais avançados
Perfil típico de risco
Os dados são claros:
Mais de 85 por cento dos casos ocorrem em homens
Idade média entre 40 e 55 anos
Frequentemente com cardiomiopatias não diagnosticadas
Momento crítico:
Últimos quilómetros ou meta
Quando o esforço é máximo, o coração também está no limite
O que faz a diferença num evento desportivo
Não é o tamanho do evento
Não é a cidade
Não é o nível dos corredores
É a preparação
Um evento bem cardioprotegido deve garantir:
Desfibrilhadores acessíveis ou móveis
Pessoal preparado
Capacidade de intervenção imediata
Neste contexto, os desfibrilhadores em bicicleta representam uma das soluções mais eficazes
Vivest: cardioproteção adaptada à realidade do evento
A participação da Vivest na Meia Maratona de Madrid reflete uma visão clara:
Adaptar a tecnologia às necessidades reais do ambiente
Não se trata apenas de ter equipamentos disponíveis, mas de:
Localizá-los estrategicamente
Torná-los móveis
Reduzir ao mínimo o tempo de resposta
Porque numa paragem cardíaca não há margem de erro
Conclusão: a diferença está em chegar a tempo
As paragens cardíacas em corridas não são frequentes, mas são reais.
E quando ocorrem:
A diferença entre a vida e a morte está em minutos
A cardioproteção efetiva não consiste apenas em cumprir, mas em antecipar
Em eventos desportivos de grande dimensão, levar o desfibrilhador até à pessoa pode fazer a diferença
Compromisso com a cardioproteção
Na Vivest trabalhamos para que cada evento esteja preparado para atuar quando realmente importa.
Porque quando se trata do coração, não se trata de se vai acontecer, mas de estar pronto quando acontecer.